Volkswagen T-Cross 1,6 aspirado segue para o México

 

A Volkswagen inicia as exportações do T-Cross para o México. Até o fim do ano, cerca de 6 mil unidades do SUV compacto nacional serão enviadas ao país nas versões Trendline, Comfortline e Highline, que usam um motor não disponível no Brasil: o aspirado de 1,6 litro com 110 cv e torque de 15,8 m.kgf, combinado a transmissão manual (apenas no Trendline) ou automática. A escolha se justifica: a altitude média da Cidade do México (2.250 metros) favorece o desempenho de motores turbo, como os de 1,0 e 1,4 litro que o modelo usa no Brasil, mas acentua o retardo de ação do sistema por causa do ar rarefeito. O Chevrolet Trax (aqui Tracker) lá usa apenas o antigo motor 1,8 aspirado, tendo abandonado o 1,4 turbo com que vem ao Brasil.

 

 

 

No mercado mexicano o T-Cross terá vários concorrentes que existem aqui, como Honda HR-V, Nissan Kicks, Hyundai Creta, Suzuki Vitara e Ford Ecosport, além do Trax citado e do Mazda CX-3. O modelo fabricado em São José dos Pinhais, PR, já era vendido a outros mercados latino-americanos e, em 2020, chegará à África. Além do T-Cross, o México importa outros modelos nacionais da VW como Virtus, Saveiro e Gol. A empresa é a maior exportadora de veículos da história do Brasil, com mais de 3,9 milhões de unidades enviadas para 147 países. Nos oito primeiros meses de 2019, a VW é responsável por 25% das exportações de automóveis e comerciais leves a partir do Brasil.

Texto da equipe – Fotos: divulgação (fotos ilustrativas da versão brasileira)