Novo Mercedes GLA: mais alto e com novas assistências

 

O Mercedes-Benz GLA passa à segunda geração com proporções mais próximas às de um SUV e novas tecnologias. Embora ainda lembre um hatch com suspensão alta, esse derivado do Classe A está 10 cm mais alto (1,61 metro) que o anterior, enquanto o comprimento perdeu 1,4 cm (4,41 m) e tanto a largura (1,83 m) quanto o entre-eixos (2,73 m) aumentaram 3 cm. Ele seguirá como opção mais jovial e esportiva ao GLB, que é pouco maior e mais voltado ao uso familiar.

 

 

Como tem sido regra na marca, o GLA adota o painel com duas grandes telas interligadas (a dos instrumentos e a da central de áudio), que podem ser de 7 pol ou 10,25 pol, de acordo com a versão. Recebe também o sistema MBUX comandado por voz e função Car Wash para uso em lava-rápidos, que fecha vidros e teto, inibe o limpador de para-brisa e aciona a recirculação de ar. As assistências ao motorista incluem controlador de distância, ajuste ao limite de velocidade da via, assistentes de faixa e de pontos cegos, auxílio em manobras evasivas e monitor de tráfego cruzado traseiro com frenagem.

 

 

 

Como antes, a arquitetura básica do GLA tem tração dianteira, mas a integral 4Matic está disponível associada a mais um programa (Off-Road) no seletor de modos de condução. Os motores a gasolina são turbo de 1,3 litro (163 cv e torque de 25,5 m.kgf) no GLA 200, turbo de 2,0 litros (224 cv e 35,7 m.kgf) no GLA 250 e, na versão esportiva Mercedes-AMG GLA 35 (acima), um motor similar com 306 cv e 40,8 m.kgf, que permite acelerar de 0 a 100 km/h em 5,1 segundos. No AMG a transmissão de dupla embreagem tem oito marchas, há assistente para saída rápida e rodas de até 21 pol são oferecidas. Haverá também opções a diesel, ainda não descritas. É provável que o novo GLA chegue ao Brasil no segundo semestre de 2020.

Texto da equipe – Fotos: divulgação