Novo Honda Fit: híbrido, “aventureiro” e mais conectado

 

A Honda apresenta uma das estrelas do Salão de Tóquio: o Fit de quarta geração, que em mercados como o europeu continuará a se chamar Jazz. A opção por um desenho simples, sem tantos sulcos e arestas, sugere que a marca japonesa entra em uma fase de estilos mais limpos e duradouros, assim como aconteceu com a Hyundai nos últimos anos. Os grandes faróis lembram a segunda geração, enquanto as colunas traseiras seguem o padrão de “teto flutuante” visto em várias marcas. A grade dianteira é maior no Fit Crosstar (acima), que adota o perfil “aventureiro” com barras de teto e molduras nos para-lamas, soleiras e para-choques, como no Twist feito no Brasil em 2013.

 

 

 

O interior combina itens modernos, como quadro de instrumentos digital e freio de estacionamento elétrico, a detalhes nostálgicos, caso do volante de apenas dois raios. O pacote Sensing de assistências ao motorista usa câmera frontal e oito sonares na frente e na traseira para promover diversos auxílios, como frenagem autônoma de emergência (mesmo em vias sem iluminação), assistente de faixa e controlador de distância à frente. A central de áudio oferece integração a celular por Android Auto e Apple Car Play, sem uso de cabos, e roteamento de internet. As colunas dianteiras têm metade da espessura de antes para melhor visibilidade.

 

 

O novo Fit, que começa a ser vendido em fevereiro em alguns mercados, ganha versão híbrida com dois motores elétricos associados ao motor a gasolina, mas dados técnicos serão anunciados adiante. Sua chegada ao Brasil, ainda não confirmada pela Honda, é provável entre o fim de 2020 e o começo de 2021 com chances de vir a versão elétrica. O novo City também sai nas próximas semanas.

 

Texto da equipe – Fotos: divulgação