Fiesta: a versão básica nacional com motor 1,5-litro

 

A Ford já anunciou que o Fiesta hatch de nova geração, hoje importado do México, passa a ser produzido na fábrica de São Bernardo do Campo, SP. O que não se sabia era como o modelo (com estreia prevista para abril) ficaria ao ganhar versões mais simples, dentro do processo de substituição do Fiesta antigo feito em Camaçari, BA, desde 2002. As fotos do leitor Rafael Betti, de São Paulo, SP, ajudam a responder.

 

 

Rafael fotografou, estacionado em Itupeva, SP, um Fiesta com placas verdes de fabricante em versão de acabamento simples, com calotas sobre rodas de aço, revestimento interno espartano, volante e painel todo em preto, sem as seções em tom prata da versão importada até agora. O carro era acompanhado por outros Fiestas, só que disfarçados. A frente tem o novo desenho lançado na Europa no último Salão de Paris, em setembro, e com o qual a Ford já havia revelado um Fiesta sedã no evento de São Paulo.

O novo hatch deve oferecer três versões, sendo a mais luxuosa a Titanium, que o leitor relata ter visto na mesma oportunidade. Inédito no Brasil será o motor Sigma de 1,5 litro e 16 válvulas, cuja presença foi confirmada pela inclusão no programa de etiquetagem de consumo do Inmetro: com menor cilindrada, espera-se o devido distanciamento em potência e torque para o 1,6 16V, que passa a contar com variador do tempo de abertura das válvulas e assim se torna mais potente.

Outra novidade aguardada para o Fiesta, mas que pode ficar para uma segunda fase, é o câmbio automatizado Powershift com dupla embreagem e seis marchas, já oferecido no EcoSport e que desde o início equipou o modelo mexicano, mas não foi trazido para cá. O Fiesta sedã, que acompanha a reforma visual, continua a ser importado por enquanto.

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Texto: Fabrício Samahá – Fotos: Rafael Betti (segredo) e divulgação (outras)