Mercedes renova cupê e conversível Classe E para 2021

 

Depois de mostrar sedã e perua em março, a Mercedes-Benz segue na atualização do Classe E para 2021 com os modelos cupê e conversível, incluindo o esportivo E53 AMG (em preto nas fotos) para o primeiro. Se as novidades externas são poucas (caso da grade, que adota o modelo Panamericana com 12 aletas verticais na versão E53), o interior recebeu itens como a central de áudio MBUX com comando avançado por voz e duas telas de 10,25 ou 12,3 polegadas, conforme a versão.

 

 

 

O volante com detecção capacitiva percebe se o motorista está com ambas as mãos nele, condição para manter ativas algumas assistências à condução. O banco do motorista assume ajuste adaptativo: basta digitar sua altura, na tela da central ou em aplicativo de celular, e o carro sugere a regulagem mais adequada.

 

 

Como de hábito, os mercados europeus dispõem de uma ampla linha de motores. Versões a gasolina são E200 (2,0 litros, turbo, 197 cv, torque de 32,6 m.kgf), E300 (mesmo motor com 258 cv e 37,7 m.kgf) e E450 (seis cilindros em linha, 3,0 litros, turbo, 367 cv, 51 m.kgf). O último vem de série com tração integral, também disponível ao E200 em vez da tração traseira. Todos recebem auxílio elétrico EQ Boost, que promove mais 14 cv e 15,3 m.kgf (22 cv e 25,5 m.kgf no caso do E450), além de reduzir o consumo e as emissões.

 

 

 

O AMG E53 mantém o seis-cilindros em linha com 3,0 litros, 435 cv e 53 m.kgf, ao qual o EQ Boost adiciona 22 cv e 25,5 m.kgf, para acelerar de 0 a 100 km/h na faixa de 4,5 segundos. A tração integral com repartição variável AMG Performance 4Matic Plus vem de série. Não está previsto o AMG E63. Nas opções a diesel o Classe E oferece o E220 D (1,95 litro, 194 cv, 40,8 m.kgf) e o E400 D (seis em linha, 2,95 litros, 340 cv e soberbos 71,4 m.kgf), com tração integral de série no último e opcional no primeiro.

Texto da equipe – Fotos: divulgação