Honda City: a versão Hatchback que será brasileira

Honda City: a versão Hatchback que será brasileira


A Honda revela na Ásia o City Hatchback, modelo de cinco portas que será fabricado também no Brasil ao lado do sedã de nova geração. O modelo tem porte de hatch médio, com 4,34 metros de comprimento (21 cm menos que o sedã) e entre-eixos de 2,59 m (medida inalterada). Como referência, o Volkswagen Golf que era feito no País media 4,26 m e 2,64 m, nesta ordem.

Honda City: a versão Hatchback que será brasileira


O City Hatchback usa a frente do novo sedã e até as mesmas portas, uma medida de economia relevante, já que se trata de estamparia. As diferenças concentram-se na traseira, que usa lanternas horizontais com certo ar de Mercedes-Benz Classe A. A versão RS, mostrada em vermelho nas fotos, inclui rodas de 16 polegadas em tom grafite e para-choques diferenciados.

Honda City: a versão Hatchback que será brasileira


Também o interior repete o do City conhecido, apresentado há um ano em alguns países, incluindo a tela de oito polegadas da central de áudio. Haverá versões S+, SV e RS em mercados como o tailandês. Novidade em um City é o sistema Ultra Seat, que admite quatro arranjos no banco traseiro, como no Fit, incluindo o rebatimento do assento para cima a fim de abrir espaço para volumes no assoalho. Toda a linha tem bolsas infláveis laterais (também cortinas no RS), controle de estabilidade e chave presencial.

Honda City: a versão Hatchback que será brasileira


O City Hatchback mantém do sedã o motor turbo de três cilindros e 1,0 litro com 122 cv e torque de 17,6 m.kgf, associado à transmissão automática de variação contínua (CVT). É possível que alguns mercados o recebam com motor aspirado de 1,5 litro com duplo comando de válvulas, 121 cv e 15,8 m.kgf, hoje usado pelo sedã na Índia. Uma versão híbrida não deve ser descartada.

Honda City: a versão Hatchback que será brasileira


O novo City, que é o terceiro hatchback na história do modelo (houve duas gerações entre 1981 e 1994), é a aposta da Honda para o Brasil, onde suas dimensões acima da média dos hatches compactos permitiriam uma faixa de preços superior. Ainda não se sabe como fica nessa história o Fit, que desde 2019 tem nova geração no Japão.

Texto da equipe – Fotos: divulgação