Dodge Durango Hellcat: mais rápido que qualquer Cayenne

 

Nem Audi, nem Porsche, nem BMW ou Mercedes-AMG: o utilitário esporte de produção mais potente do mundo, ao lado do Jeep Grand Cherokee Trackhawk, agora é o Dodge Durango, companheiro do sedã Charger e do cupê Challenger na família de altíssimo desempenho da marca. O Durango SRT Hellcat estreia com o mesmo motor V8 de 6,2 litros com compressor daqueles modelos, ajustado para 720 cv e torque de 89 m.kgf.

 

 

 

A transmissão automática de oito marchas despeja essa força nas quatro rodas para catapultar o SUV de 0 a 96 km/h em 3,5 segundos, passando pelos 402 metros (quarto de milha) em 11,5 s com velocidade máxima de 290 km/h. Para colocar as coisas em perspectiva, o mais potente Porsche Cayenne, o Turbo S E-Hybrid, obtém 680 cv e 91,8 m.kgf combinados com motor V8 e motor elétrico para 0-100 km/h em 3,8 segundos e máxima de 295 km/h.

 

 

O Durango SRT Hellcat não é só absurdamente rápido. Pode rebocar 3.945 kg, promete boas curvas com a suspensão esportiva e as rodas de 20 polegadas, usa enormes freios Brembo (400 mm nos dianteiros) e não descuida do conforto no interior, que traz novo painel no modelo 2021, tela de 10,1 pol para a central de áudio e bancos de couro Nappa aquecidos e ventilados com detalhes em camurça e logotipos Hellcat. O visual do SUV ganha frente remodelada, tomadas de ar no capô e vistosas saídas de escapamento, além das rodas.

 

 

 

Alterações na dianteira valem também para as demais versões do Durango. O destaque é o RT (acima), que ganha rodas e pneus mais largos, freios Brembo e anexos aerodinâmicos. O SUV pode ter motor V6 de 3,6 litros (300 cv e 36 m.kgf), Hemi V8 de 5,7 litros (365 cv e 53,8 m.kgf) e, na versão SRT 392, o Hemi V8 de 6,4 litros com 482 cv e 65 m.kgf — números de respeito que chegam a parecer modestos diante do novo e soberbo Hellcat.

Texto da equipe – Fotos: divulgação