Charger Daytona e Challenger T/A: inspiração no passado

 

A Dodge lança na linha 2017 duas versões inspiradas no passado: a T/A para o cupê Challenger e a Daytona para o sedã Charger, que usam os motores Hemi V8 de 5,7 litros (potência de 375 cv) e 6,4 litros (485 cv). Ambos vêm com rodas forjadas de 20 polegadas, nova decoração externa, tomada de ar frio para o motor, escapamento com controle eletrônico de válvula para ajustar o nível de ruído (apenas com motor 5,7) e, no Challenger, opção de pinos de trava do capô.

No caso do V8 6,4 os freios são da Brembo. Essa versão, que acelera de 0 a 96 km/h em cerca de 4,5 segundos, é identificada como 392 em alusão à cilindrada em polegadas cúbicas. O pacote inclui ainda suspensão recalibrada com amortecedores Bilstein, altura de rodagem 12 mm menor e controle de estabilidade com modo permissivo e opção de desligamento. A transmissão pode ser manual de seis marchas ou automática de oito com comandos no volante.

 

 

Há ainda a versão T/A Plus do Challenger, com bancos de couro Nappa com ventilação, ajuste elétrico do volante, sistema de áudio UConnect com tela de 8,4 pol (compatível com Apple Car Play e Android Auto) e mostradores de desempenho, incluindo força g e tempo de 0 a 96 km/h, na mesma tela. O Challenger T/A original foi lançado em 1970 para competir em provas do Sports Car Club of America (SCCA), na classe Trans Am, e teve 2.399 unidades fabricadas.

O Charger Daytona, por sua vez, inspira-se no supercarro de corridas para a Nascar de 1969 que foi feito em apenas 501 unidades. A Dodge havia produzido séries com o mesmo nome entre 2006 e 2009 e em 2013. A versão traz de série os bancos de Nappa com seções de camurça sintética.

 

Challenger T/A

 

Charger Daytona

Texto da equipe – Fotos: divulgação