Discreto, novo Honda City traz motor turbo e versão RS

 

O Honda City segue os passos do Fit e aparece em nova geração, a quinta desde que ele se tornou um sedã (houve dois hatches com o mesmo nome antes; leia história). O desenho adota soluções em comum com outros Hondas recentes, como a grade dianteira, mas ficou discreto a ponto de não parecer mais novo que o carro substituído.

 

 

 

A sobriedade também domina o interior, sem painel digital ou outros recursos ousados vistos em Civic e CR-V. O ar-condicionado abandona o painel de comandos por toques, medida acertada a nosso ver, e a tela da central de áudio passa a 8 pol. O City está 113 mm mais longo (4,553 m), 53 mm mais largo (1,748 m), 10 mm mais baixo (1,467 m) e com distância entre eixos 11 mm menor (2,589 m) que o anterior. As versões são S, V, SV e RS, esta com visual esportivo que inclui grade preta, faróis de leds, defletor traseiro, rodas de 16 pol e bancos com couro e camurça sintética.

 

 

Como no Fit, o City passa a oferecer motor turbo de três cilindros e 1,0 litro com injeção direta, que produz 122 cv e torque de 17,6 m.kgf de 2.000 a 4.500 rpm. A transmissão de variação contínua (CVT) que simula sete marchas é padrão na Tailândia, o primeiro mercado a receber o sedã, sem opção de caixa manual. Controle de estabilidade, bolsas infláveis laterais e de cortina e câmera traseira de manobras vêm de série naquele mercado, enquanto chave presencial, partida do motor a distância e bancos de couro dependem da versão. Na Tailândia os preços variam do equivalente a R$ 80,2 mil para o City S até R$ 102,3 mil para o RS.

Desde seu lançamento no Brasil, há 10 anos, o City tem seguido as mudanças de geração do modelo asiático. É provável que o mesmo aconteça dessa vez, com estreia em algum momento de 2020 para o mercado nacional.

Texto da equipe – Fotos: divulgação