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Colin
Chapman e suas
Talvez
o mais divertido carro esporte já produzido, o Lotus |
O que faz
alguém gostar de um carro? Para a maioria das pessoas, entusiastas do automóvel ou não, a beleza do veículo já é suficiente. Desempenho, ligação emocional, prestígio da marca também são qualidades decisivas. Mas a eficiência e o foco na função específica do veículo, itens importantíssimos em um automóvel bem sucedido, são muitas vezes relegados a segundo plano. |
| O Lotus Super Seven era como uma moto de quatro rodas: simples e sem nenhum conforto, mas muito divertido de dirigir com entusiasmo. Ao ser descontinuado, a Caterham assumiu sua produção e a mantém até hoje | ![]() |
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Existe um carrinho, produzido desde 1957
sem interrupções, que foi projetado exatamente dessa forma. E que, apesar de contar com uma enorme legião de fãs (o autor incluso), não pode, definitivamente, ser chamado de bonito. Trata-se de uma prova viva de que, para os entusiastas de verdade, estilo por si só vale muito pouco. |
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O estilo básico do Seven --
incluindo os pára-lamas que acompanham o movimento das rodas --
permanece, mas o novo carro oferece motores Vauxhall e Rover muito
potentes |
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Paradoxalmente, não foi esse seu mais revolucionário veículo (e sim o Elite de 1957), sendo inclusive o de desenho mais "tradicional" que a Lotus já fez. Seguindo uma longa tradição inglesa, o carro tinha muito em comum com os vários modelos especiais criados sobre
o Austin Seven da década de 30. Esses carrinhos mexidos eram onipresentes nas competições amadoras
inglesas e tinham como virtude o peso (e tamanho) reduzido. |
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