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O eterno admirado

Com um grande fã-clube e elevado grau de satisfação,
o Monza é uma interessante opção em sua categoria

Texto: Alberto Polo Jr. - Fotos: Renato Araújo

Ele não é a última palavra em tecnologia e deixou de ser fabricado há oito anos. Mesmo assim, o Chevrolet Monza continua com uma legião de fãs. Os motivos para tamanha admiração? Robustez e confiabilidade mecânica, barata e fácil manutenção, bom nível de conforto, ótima liquidez. O preço dos modelos dotados de injeção eletrônica varia entre R$ 7.400 e R$ 11.500.

A história do Monza começa na Alemanha em 1970. O Opel Ascona era um intermediário entre o Kadett e o Rekord (leia história). A geração que chegou por aqui em 1982 era a terceira, lançada no ano anterior no país de origem. Como na Europa, ficou entre os dois correspondentes àqueles modelos: o Chevette e o Opala.

O Monza foi um fenômeno de vendas na década de 1980, sendo líder do mercado por três anos, de 1984 a 1986. Foi o primeiro Chevrolet brasileiro com motor transversal e tração dianteira e introduziu diversas inovações no segmento e no mercado. Diante dos concorrentes nacionais, era mais moderno e agradável de conduzir.

O sistema de injeção chegou ao Monza em 1991, embora tenha sido oferecido na série especial 500 EF de 1990. Meses antes estreava o novo desenho arredondado (inspirado no Omega), porém com as linhas laterais da série anterior mantidas. O resultado não era dos melhores, mas as qualidades dinâmicas do carro permaneciam.

O Classic, versão de luxo, contava com motor de 2,0 litros, injeção multiponto e potência de 116 cv. Seus equipamentos de série eram direção assistida, vidros, travas e retrovisores com acionamento elétrico, pára-choques na cor da carroceria e rodas de alumínio de 14 pol. Entre os opcionais estavam câmbio automático de três marchas, ar-condicionado, revestimento em couro, painel digital e rádio/toca-fitas.

Em 1991, a versão básica SL e a intermediária SL/E (com melhor acabamento e rodas de alumínio de 13 pol) ganhavam injeção monoponto nos motores de 1,8 e 2,0 litros. As potências eram de 98 e 110 cv, na ordem. O Classic passava a 121 cv com ignição mapeada para 1992. Um ano depois, Classic e SL/E recebiam regulagem em altura do banco do motorista, retrovisor interno fotocrômico e, como opção no mais luxuoso, freios a disco nas quatro rodas com sistema antitravamento (ABS). Continua

Mesmo a versão GL (a básica desde 1994) oferece bom acabamento, espaço adequado e um motor 1,8-litro que não decepciona. No alto e abaixo, a série Club de 1994

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Data de publicação: 28/8/04

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