Clique para ampliar a imagem

Clique para ampliar a imagem

O conversível da segunda geração era também muito atraente, mas o vidro bipartido do cupê foi descartado já em 1964

Clique para ampliar a imagem

O poderoso motor de 7,0 litros e 435 cv brutos, lançado em 1967

Clique para ampliar a imagem

Clique para ampliar a imagem

Clique para ampliar a imagem

Em 1968 chegava a longeva geração C3, com teto removível (targa) e linhas imponentes, baseadas nas do conceito Mako Shark II

Clique para ampliar a imagem

Também em 1965 a Chevrolet apresentava o conceito Mako Shark II (saiba mais). Mais uma vez a equipe dos desenhistas Bill Mitchell e Larry Shinoda surpreendia com uma nova proposta para o “Pride of America” (orgulho da América), outra denominação sempre atribuída ao Corvette. Encostos de cabeça eram oferecidos em 1966.

Mas a GM ainda não estava satisfeita com a potência de seu carro mais famoso. Então Duntov e sua equipe lançaram, em 1967, o modelo L88 preparado para as pistas. Vinha equipado com o gigantesco V8 427, um big-block de 7,0 litros (6.999 cm3), que utilizava cabeçotes de alumínio e três carburadores de corpo duplo Holley. Comenta-se que na verdade chegava a 550 cv, mas a fábrica declarava “apenas” 430 cv, para não assustar as seguradoras...

O visual também sofrera pequenas modificações, como a adoção de uma tomada de ar central que se unia ao vinco do capô. Os pneus eram largos 9,20 - 15, ainda diagonais. O L88 não era para qualquer um: dos 28 mil Corvettes vendidos nesse ano, apenas 20 eram desta versão. O modelo foi pilotado por Dick Guldstrand e Bob Bondurant em Le Mans, se tornando um mito ao estabelecer o recorde de velocidade na reta de Mulsanne com 274,4 km/h (não terminou por quebra de uma biela do motor na 13ª. hora da corrida). Atualmente os raríssimos L88 de 1967 estão avaliados em até US$ 650 mil.

A geração mais popular   Para 1968 era apresentada a terceira geração do Corvette, inspirada no Mako Shark II. Seu desenho, assim como o do conceito, era revolucionário. As linhas musculosas e angulosas, tendência da época, deixavam claros os objetivos do esportivo. Na frente, duas enormes grades coletavam o ar necessário aos carburadores para dar fôlego aos 430 cv das versões L88 e também aos “modestos” modelos básicos de 300 cv. O longo capô abrigava novos faróis escamoteáveis e o gigantesco 427 V8.

Outra primazia mundial do C3 — identificação da terceira geração — era a possibilidade de remover o vidro traseiro e o teto na versão cupê, transformando-a em um targa. Seu desenho durou até 1977, quando foi lançada a nova traseira fastback, com vidro mais amplo. Já a versão conversível tinha a traseira rebaixada em relação aos pára-lamas, elevados para abrigar as rodas de 15 pol.

Os quatro vincos laterais, tradicionais como as lanternas duplas, davam ao Corvette personalidade e charme. Essa geração é uma das mais belas, tanto que durou 15 anos. Em 7 de novembro o 250.000º. Corvette, um conversível dourado, deixava a linha de produção. Em 1969 o carro recebia um motor que se tornaria clássico: o 350 V8 (5.733 cm3) small-block, que atingia a potência máxima de 300 cv. Nesse ano a "família" perdia um importante membro: o projetista Harley Earl, responsável pelo desenho do primeiro Vette, falecia aos 75 anos.

Como todos os carros americanos recebiam modificações anualmente, em 1970 o Corvette perdia as quatro fendas laterais para dar lugar a uma grelha. A modificação previa reduzir o risco de absorção de pequenos objetos que poderiam danificar algum componente mecânico, mas em 1971 as fendas voltariam, para compor o estilo. Seriam substituídas já no ano seguinte por uma tomada única, semelhante à do Corvette atual. Continua

Carros do Passado - Página principal - Escreva-nos

© Copyright - Best Cars Web Site - Todos os direitos reservados