Todas passavam a ter motor de 1,6 litro, mas com potências diferentes: 106 cv no LX, 127 cv no EX, em função do uso de comando (único) VTEC, e 160 cv no VTi, com seu duplo comando VTEC, além de diâmetro e curso diferentes. O esportivo exibia também spoiler traseiro e rodas de 15 pol com pneus 195/55, sendo de 14 pol com 185/65 nos demais. Só a decoração interna sóbria não fazia jus ao desempenho: velocidade máxima de 207 km/h e aceleração de 0 a 100 km/h em 8 segundos, de acordo com a Honda.

Nacionalizado em 1997, menos de dois anos depois o Civic recebia novos faróis e lanternas. Apenas o quatro-portas com motor 1,6 era disponível, em três versões de acabamento

Em 1997 o Civic era nacionalizado, apenas nas versões LX-B, LX (a diferença era apenas o ar-condicionado de série na segunda) e EX, todas de quatro portas, desaparecendo a oferta do cupê e do VTi. A mecânica era mantida, com motores 1,6 de 106 e 127 cv, mas havia algum retrocesso em equipamentos de série e acabamento, como infelizmente é habitual nos carros que ganham cidadania brasileira.

Segundo nacional   No Salão do Automóvel de São Paulo em outubro de 2000, semanas após seu lançamento internacional, o Civic de sétima geração — a segunda produzida aqui — já era exibido como novidade brasileira. Padronizado ao modelo americano e ao japonês por dentro e por fora, trazia as mesmas alterações técnicas, como suspensão dianteira McPherson, distância entre eixos de 2,62 metros, rodas de 15 pol e assoalho traseiro plano.

Quase em simultâneo com japoneses e americanos, os brasileiros recebiam em 2000 o Civic de sétima geração, com suas linhas elegantes e motor de 1,7 litro

Os motores passavam de 1,6 para 1,7 litro, elevando a potência para 115 cv (LX) e 130 cv (EX, com VTEC), além de ganhar em torque. Permanecia a opção entre câmbio manual e automático e desaparecia o LX-B, fazendo com que toda a linha viesse de série com ar-condicionado (com ajuste automático no EX), bolsas infláveis frontais e controle elétrico dos vidros, travas e retrovisores. As rodas de alumínio eram exclusivas da versão de topo. Continua

Em escala
O uso no filme Velozes e Furiosos (leia boxe) foi o que consagrou o Civic entre os adeptos do modelismo.

A ERTL lançou a reprodução em escala 1:18 do cupê preto de 1995 (acima), enquanto a Revell/Monogram o oferece em 1:25 e inclui um boneco simulando o personagem Vincent (abaixo). Ambos trazem acessórios como spoiler, saias, aerofólio traseiro, rodas especiais, bancos e volante esportivos.

Outro modelo da Revell, ainda na linha do filme, é o Civic hatch em escala 1:64, com equipamentos e adesivos como os mostrados na tela.

A Hot Wheels também trabalha com o Civic personalizado, em versões verde e amarela (acima) em 1:18. Capô e faixas em preto ou preto e azul, vistoso aerofólio e rodas esportivas conferem o estilo de "carro de rachas".

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