Toyota SW4

 

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[Nome] Fabio
[Cidade] Rio de Janeiro
[Estado] RJ

[Versão] SRX Diesel 7 lugares
[Motor] 2.8 16V
[Ano-modelo] 2017
[Quilometragem atual] 30.000 km
[Combustível] Diesel
[Tempo há que possui] De 1 a 3 anos

[Grau de satisfação com o carro] Muito satisfeito(a)
[Grau de satisfação com a rede de concessionárias] Muito satisfeito(a)

[Estilo] 5
[Acabamento] 5
[Posição de dirigir] 5
[Instrumentos] 3
[Itens de conveniência] 3
[Espaço interno] 5
[Capacidade de bagagem] 4
[Motor] 4
[Desempenho] 4
[Consumo] 4
[Câmbio] 4
[Freios] 5
[Suspensão] 5
[Estabilidade] 5
[Segurança passiva] 5
[Custo-benefício] 5

[Principais aspectos positivos] Beleza, robustez no geral, motor com bom torque e econômico, confiabilidade mecânica. O carro transmite uma sensação de muita força e qualidade construtiva. Motor mantem velocidades mais altas com facilidade e a estabilidade é muito boa na estrada, mesmo para um carro desse porte, fazendo curvas com segurança em velocidades mais altas. Bancos confortáveis e bom acabamento do couro, posição de dirigir muito boa, da pra dirigir por horas sem cansar. Ar condicionado frente e trás gela muito. Faróis de led muito bons para viagens noturnas. Boa dirigibilidade e capacidade quando precisei usar no barro, com tração 4×4 high e reduzida. Os dois lugares da terceira fileira acomodam bem adultos de estatura mediana, por permitirem reclinação dos bancos e possuírem rebaixo no piso para que os joelhos não fiquem posicionados tão para cima, se aproximando de um assento normal da segunda fileira. 7 airbags, incluindo de joelhos do motorista. Tampa do porta-malas elétrica com abertura por botão na própria, na chave e em botão no painel. Vidros elétricos todos 1 toque e recolhimento elétrico de retrovisores. Instalei módulo para erguimento dos vidros e recolhimento de retrovisores ao fechar o carro. Revisões relativamente baratas. O carro é um tanque, não enche o saco e atura muito desaforo. Bom para o campo e bom para a buraqueira da cidade. Paga-se caro para comprar mas tem-se liquidez para vender e baixa desvalorização.

[Principais aspectos negativos] Péssima multimídia, muito lenta e ultrapassada. Para melhorar instalei espelhamento de celular, mesmo assim a definição da tela é aquém dos aparelhos atuais. Ar condicionado poderia ser dual zone ou de preferência tri-zone, já que passageiros de trás desligam o ar e alteram velocidade do vento mas não a temperatura. Apesar de que o ar condicionado tem uma capacidade incrível. Falta sensor de chuva. Bancos da terceira fileira roubam espaço do porta-malas por serem tipo “mochila” nas laterais e ainda impedem que o carro possua a tela para esconder itens no porta-malas. Acho que poderia haver um pouco mais de potência e torque, assim como um câmbio mais rápido para melhorar um pouco as retomadas e ultrapassagens. O carro anda bem mas já podem deixa-lo mais próximo da concorrência, mesmo sabendo que não é um carro feito para correr. Tem boa estabilidade e já merece desempenho um pouco melhor, desde que não perca a robustez mecânica já reconhecida pelo mercado. Direção hidráulica um pouco pesada, é preciso ser elétrica na próxima geração. Versão top de linha já poderia disponibilizar teto-solar e alguma assistência de direção, tipo para frenagens. Enfim, a própria Pajero Sport recém lançada já mostra que muitos itens que nela constam devem ser pensados para estarem também na SW4. O tamanho do carro pode incomodar em algumas situações na cidade mas aí vc tem que saber o quer na hora da compra.

[Defeitos apresentados] Nenhum

[Concessionárias] As que eu uso são boas, sempre atenderam bem e como a maioria das concessionárias Toyota, se não são perfeitas, são na média bem melhores do que a maioria dos concorrentes. Entendem dos produtos da marca e são pontuais.

[Comentários adicionais] Gosto muito do carro, forte como um tanque, tem seus defeitos e coisas a evoluir, já que esta geração foi lançada em 2016, mas é muito gostoso de dirigir. Anda bem dentro das suas limitações de SUV grande e é econômico. Bom e robusto no off-road. Tem preço elevado de compra mas devolve com baixa desvalorização e liquidez. As revisões não são caras.

[Best Cars] Excelente site

[Data de publicação] 9/8/19

 

 

[Nome] Andre Rebouças
[Cidade] salvador
[Estado] BA

[Versão] SW4 SR, 5 lugares
[Motor] 2.7 flex
[Ano-modelo] 2019
[Quilometragem atual] 5.000 km
[Combustível] Flexível
[Tempo há que possui] Até 1 ano

[Grau de satisfação com o carro] Muito satisfeito(a)
[Grau de satisfação com a rede de concessionárias] Parcialmente satisfeito(a)

[Estilo] 5
[Acabamento] 5
[Posição de dirigir] 5
[Instrumentos] 5
[Itens de conveniência] 4
[Espaço interno] 5
[Capacidade de bagagem] 5
[Motor] 4
[Desempenho] 3
[Consumo] 3
[Câmbio] 5
[Freios] 5
[Suspensão] 5
[Estabilidade] 4
[Segurança passiva] 4
[Custo-benefício] 4

[Principais aspectos positivos] Não dá pra afirmar, tendo rodados pouco menos de cinco mil quilômetros, que o carro é durável e que tem baixa manutenção. Mas a SW4, lançada no Brasil em 1993, construiu essa fama de confiabilidade ao longo de mais de vinte e cinco anos em nosso mercado, conforme a gente ouve em depoimento de pessoas conhecidas, de leituras dos sites, revistas, das conversas entre usuários, etc, etc. Certo é que ela conquistou credibilidade no boca a boca e essa fama ganhou o país.
A SW4 mantém as origens de SUV raiz, preservando o motor em posição longitudinal, o chassi de longarinas, grande altura do solo com bons ângulos de ataque e de saída, tração traseira com eixo rígido e suspensões de curso longo e versões 4×4. Além, claro, do imenso espaço interno.
E, de fato, dirigindo esse autêntico SUV se tem logo a impressão de que ele é sólido, consistente. Falo em autentico SUV porque, afastando-se dos verdadeiros Sport Utility Vehicle idealizados pelos americanos há décadas e ainda hoje bem vendidos por lá (só pra exemplificar, nos EUA a Toyota fabrica também os parrudos Runner, o Sequoia e o Land Cruiser), os fabricantes optaram pelo baixo custo dos “crossovers/aventureiros” e, atendendo ao apelos de mercado, passaram a adaptar plataformas de automóveis, aumentando-lhes a altura do solo e colocando apliques decorativos de plásticos. Nada contra esses supostos SUV’s, pois em geral eles são econômicos, estáveis, bem construídos, etc, mas não ao ponto de enfrentarem certas condições adversas que um legítimo veículo utilitário está apto a encarar.
Nas nossas esburacadas cidades, de asfalto mal conservado, paralelepípedos desnivelados e com quebra-molas por todo lado, esse Toyota atende bem. Lógico que, por seu tamanho, há certa dificuldade em estacionamentos, mas a sua dirigibilidade, conforto e maciez fazem com que você se esqueça um pouco das vagas mais reduzidas.
O motor 2.7 flex, de até 163 cv, mesmo sem chegar a trazer arroubos de empolgação, tem desempenho satisfatório e funcionamento suave, de maneira que na cidade, alternando transito mais intenso com vias de fluxo rápido, chega a se obter médias que podem variar entre 8,2 km/l e 8,8 km/l de gasolina, no modo Eco. Isto, é obvio, vai depender sempre da forma branda de condução, do relevo e, sobretudo, das condições de trânsito. Acionada a tecla Power, a SW fica pouco mais esperta, o que traz em contrapartida reflexos negativos no consumo. Aliás, esta questão do consumo é mesmo absolutamente variável em função das condições de uso. Não por acaso, o INMETRO e a Quatro Rodas estimaram 5,9 km/l e 7,6 km/l, respectivamente, para o consumo na cidade, adotando parâmetros mais rigorosos e que representam a condução do motorista nem sempre muito atento às técnicas de economia de combustível, além de considerarem dia a dia do transito urbano mais severo, acredito.
Viajar nesse carro é muito prazeroso. Quer pelos confortáveis bancos (inclusive os traseiros reclináveis), quer pelo excelente espaço para pernas, ombros e cabeça ou pelo enorme porta malas nessa versão de cinco lugares. Há também porta copos/garrafas espalhadas por todo o interior (treze ao todo!), sendo que há compartimentos refrigerados para até cinco recipientes de 500 ml. Isso tudo sem falar na maciez e silencio ao rodar, onde se conta ainda com ar-condicionado que tem ventilação exclusiva e regulável — acionada por tecla no painel central do teto —, com saídas independentes para cada passageiro de trás. O painel é forrado com material macio e acolchoado em sua parte frontal, tem linhas agradáveis e, assim como o revestimentos das portas e teto, tem bom acabamento e boa sensação tátil. Também tem excelente vedação acústica e contra poeira/água, como era de se esperar.
Saindo do asfalto para encarar estradas de terra se vê o porquê de se considerar a SW4 um verdadeiro SUV. A suspensão dá show de desempenho e aderência nessas condições. De curso longo e ancorada em buchas bem dimensionadas, tem funcionamento impressionantemente silencioso. Não se sente pancadas secas nem se ouve barulhos típicos de suspensões que fazem ruídos metálicos (como se fosse ferro chocando com ferro…) e que batem no fim do curso, ascendente ou descendente. É primorosa a dirigibilidade desse Toyota em pisos irregulares das estradas de terra, desde que não se trate de ladeiras íngremes enlameadas/escorregadias, uma vez que nesse modelo a tração é 4×2. É bom que diga, entretanto, que, mesmo sendo um 4×2, o fato de ter tração traseira, pneus All Terrain e um atuante controle de tração, isso possibilita ultrapassar bem terrenos muito desnivelados, rodando com segurança e firmeza por buracos, valetas, pedregulhos, costelas de vaca e outros entraves das vias vicinais.
Nas estradas asfaltadas, outro ambiente de vocação da SW4, ela anda bem, com estabilidade, acelerações e retomadas adequadas à proposta do carro. Aqui o consumo (sempre no modo Eco) varia em torno dos 9,0 km/l mantendo-se velocidades em torno dos 120 km/h e melhora para 10,9 rodando a médias de 100 km/h, porem desde que trafegando por autovias relativamente planas e de transito não muito intenso. Como o carro anda razoavelmente bem, caso se opte por rodar na casa dos 130/140 km/h, o consumo cresce e chega próximo dos 8,0 km/l, em pista de pouco relevo. São números que revelam médias de consumo em estrada bem mais moderadas do que os 8,5 km/l indicados pelo INMETRO ou os 9,5 km/l medidos pela Quatro Rodas, que certamente utilizam simulações mais severas do que o modo como conduzo. Os freios a disco ventilados nas quatro rodas se mostram bem eficientes e não notei a ocorrência de fading em decidas de serras.
O cambio automático de seis marchas tem lá suas peculiaridades. Na verdade a caixa conta com quatro velocidades de relações mais curtas e progressivas, da primeira à quarta, onde se chega à velocidade máxima programada de 165 km/h, sendo tanto a quinta como a sexta, sobremarchas nas quais a SW4 funciona suave e silenciosamente, sempre em rotações mais baixas. Talvez este tenha sido o modo pelo qual a Toyota tenha procurado fazer com que o veículo pesado e com motor de grande cilindrada não fosse tão beberrão. Pra se ter uma ideia, a 140 km/h o conta-giros acusa apenas 2.400 rpm e a 160 km/h 2.900 rpm. Isto parece demonstrar que em quinta ou em sexta marchas a SW4 dificilmente atingirá sua velocidade máxima no plano.

[Principais aspectos negativos] Faltam sensores de estacionamento nos para-choques dianteiros e num carro de capo tão longo seria essencial. Também é lamentável a ausência de airbags laterais. A direção hidráulica não chega a ser um problema, mas já era a hora da SW4 ter um sistema elétrico. Além disso, quando se passa por buracos e ondulações bem maiores, se sente um breve tremor no volante, sem que se note, porém, batidas secas ou qualquer tipo de barulhos. Acho também que já é tempo da Toyota pensar na colocação de injeção direta nesse seu motor flex 2.7 (a exemplo do que fez a GM recentemente no seu 2.5 flex), com o que ofereceria melhoras no consumo e no desempenho. O sistema multimídia, embora sensível ao toque com tela de 7”, GPS, TV Digital, DVD, MP3, conexão auxiliar, USB, Bluetooth e câmera de ré com visualização na tela, é pouco intuitivo em sua operação e às vezes lento nas respostas.

[Defeitos apresentados] Não

[Concessionárias] Na aquisição do veículo, na Guebor, de Salvador, houve muita demora no emplacamento devido a problemas causados pela própria concessionária.
Quanto a manutenção do carro, ainda não utilizei qualquer serviço

[Comentários adicionais] Não existe propriamente um carro ruim ou um carro bom. Nos dias atuais, a indústria automobilística alcançou bons níveis de qualidade do produto. Assim, em que pese alguns carros conterem defeitos pontuais/de projeto, na verdade a distinção entre um carro “ruim” e um carro “bom” está muito mais na adequação do veículo ao gosto, às necessidades e expectativa do dono em relação ao produto. Nesse sentido, a SW4 flex atendeu ao meu gosto, às minhas necessidades e à minha expectativa em relação ao que esperar dela. É um veículo versátil, que se comporta bem no transito urbano, desenvolvem bem nas autoestradas e tem bom desempenho nas vias de terra. Pra mim, isto representa o que quero de um carro. Gosto do jeitão da SW4. Espaçosa, confortável, macia e seu gasto de combustível e desempenho estão dentro do que eu esperava. Além de tudo, o carro parece ser indestrutível. Passa a impressão de solidez.

[Best Cars] A Best Cars é minha velha companhia, há mais de vinte anos. Isso diz tudo!

[Data de publicação] 25/1/19

 

 

[Nome] Fabio
[Cidade] Rio de Janeiro
[Estado] RJ

[Versão] SRX 7 lugares
[Motor] 2.8 Turbo Diesel
[Ano-modelo] 2017
[Quilometragem atual] 20.000 km
[Combustível] Diesel
[Tempo há que possui] Até 1 ano

[Grau de satisfação com o carro] Muito satisfeito(a)
[Grau de satisfação com a rede de concessionárias] Muito satisfeito(a)

[Estilo] 5
[Acabamento] 4
[Posição de dirigir] 5
[Instrumentos] 3
[Itens de conveniência] 3
[Espaço interno] 5
[Capacidade de bagagem] 4
[Motor] 4
[Desempenho] 4
[Consumo] 5
[Câmbio] 5
[Freios] 5
[Suspensão] 5
[Estabilidade] 5
[Segurança passiva] 4
[Custo-benefício] 5

[Principais aspectos positivos] Beleza, robustez, qualidade construtiva com muita confiabilidade mecânica, baixo consumo de combustível, boa revenda, recursos para off-road, torque e desempenho satisfatórios (mas podem melhorar) em cidade e estrada, quantidade de airbags (7), chave presencial com partida por botão, acabamento e cor marrom do couro dos bancos e portas, volante com acabamento em madeira e couro, ar condicionado muito forte com saída para todas as fileiras de bancos, suavidade das trocas de marchas do câmbio automático, conforto de rodagem mesmos sendo um SUV pesado para o fora de estrada, estabilidade adequada para a proposta, bom espaço para os passageiros da 3a fileira de bancos com rebaixo no assoalho para conforto das pernas, faróis altos e baixos em LED, luzes internas em LED, tampa do porta malas elétrica, rebatimento do encosto dos bancos da 2a e 3a fileira, bom espaço do porta-malas mesmo com os bancos da 3a fileira dobrados, pneu e roda estepe iguais às de rodagem. Até o momento o carro tem agradado muito.

[Principais aspectos negativos] Preço elevado para o pacote de equipamentos. Por exemplo não tem sensor de chuva e sensores dianteiros para estacionamento. Itens atuais de segurança ativa já deveriam vir pelo menos nesta versão SRX. O computador de bordo deveria ser mais completo, é mais simples do que o do Yaris por exemplo, não tendo um mostrador digital da velocidade, que é muito útil. O motor atende bem e é robusto, mas poderia ter um pouco mais de potência para melhorar as retomadas. É um carro que anda bem para o seu tamanho mas em algumas retomadas é algo lento, mesmo com a versão Power que melhora um pouco as respostas do acelerador. Mais um pouco a frente penso em chipar esse motor para ver o resultado na estrada. A multimídia é lenta demais e limitada em recursos, instalei o desbloqueio de imagem com espelhamento do celular e ficou legal, mas já deveria vir com algo com resolução muito superior e conexão com smartphones. A 3a fileira de bancos é presa no velho estilo mochila nas laterais do porta-malas, que pode ser por causa do grande pneu estepe que fica do lado de fora (afinal é um carro global preparado para terrenos realmente difíceis), embaixo do porta-malas e dificultaria a instalação de bancos que se escondessem no assoalho. De qualquer maneira esses bancos quando se passa em irregularidades fazem algum barulho e alguma solução que poupe espaço precisa ser pensada. Não me incomoda muito mas para o valor do carro, o ar condicionado deveria ser no mínimo bi-zone para os bancos da frente. Além disso os passageiros da 2a fileira de bancos tem controle do ar condicionado somente para ventilação ou modo automático, mas não podem escolher a temperatura. É um ar condicionado excelente que da conta do recado mas pode evoluir para um tri zone. O único ponto negativo que eu realmente considero significante neste carro é que com os bancos da 3a fileira dobrados nas laterais, esta versão 7 lugares não tem a lona para cobertura das bagagens, como tem a versão 5 lugares, isso faz falta e traz insegurança em caso de acidente. No mínimo uma rede e ganchos de espera deveria ser previstos para a versão 7 lugares. Essa última SW4 não roda 4×4 no asfalto por tempo indeterminado caso o motorista prefira em alguma situação como chuva forte por exemplo.Vidros e retrovisores não recolhem automaticamente com o fechamento do carro, acabei instalando um módulo da fábrica que faz essa função.

[Defeitos apresentados] Nenhum.

[Concessionárias] Perto do que conheço por experiência própria de outras marcas, incluindo premium (Mercedes), a Toyota é a melhor disparada.Tudo é mais organizado e transparente, os mecânicos realmente parecem que seguem os procedimentos da fábrica e sabem o que estão fazendo para qualquer carro da linha. Até agora não tenho o que reclamar da marca e nem das concessionárias que utilizei. Possuo e já possuí outros Toyota comigo e na família e são carros muito bons para a realidade brasileira.

[Comentários adicionais] Melhor do que para as cidades pelo seu tamanho, é um carro excelente para viagens com a família. Agradável para condução por longas distâncias.

[Best Cars] O Bestcars é excelente e acompanho desde o início. Esta seção é muito boa para verificar as opiniões de quem usa o carro no dia a dia.

[Data de publicação] 30/11/18