Yamaha NMax 160

Yamaha NMax 160

 

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[Nome] Ricardo
[Cidade] Sao Paulo
[Estado] SP

[Versão] Yamaha NMax 160
[Motor] 160
[Ano-modelo] 2017
[Quilometragem atual] 5.000 km
[Combustível] Gasolina
[Tempo há que possui] Até 1 ano

[Grau de satisfação com a moto] Muito satisfeito(a)
[Grau de satisfação com a rede de concessionárias] Muito satisfeito(a)

[Estilo] 5
[Acabamento] 4
[Posição de pilotar] 5
[Instrumentos] 5
[Conforto] 4
[Motor] 5
[Desempenho] 5
[Consumo] 4
[Câmbio] 5
[Freios] 5
[Suspensão] 4
[Estabilidade] 5
[Custo-benefício] 4

[Principais aspectos positivos] Praticidade e economia em deslocamentos urbanos pela cidade. Possibilidade de pegar estrada, mantém 110 km/h com muita facilidade, vai bem até uns 130km/h mas aí está no limite, lembrando que é só um scooter de 160cc! Muito estável nas avenidas e estradas, excelente sensação de segurança. Freios muito bons, nada de sensação de “borrachudo”, com toda a segurança do ABS, que já me livrou de travamentos. Excelente torque e desempenho para uma 160cc (acabo de adquirir também uma Honda SH150- desempenho muito mais chocho). Economia razoável de combustível – faz médias de 37 km/L, mas precisa maneirar nas acelerações e retomadas. Motorzinho meio nervoso, pede pra acelerar então é fácil cair para 32km/l. Em avenidas e marginais chega a 42 km/l. O compartimento sob o banco parece pequeno, mas comporta minha mochila com notebook e capa de chuva. Não precisei instalar bauleto.
Gosto é pessoal, mas gosto muito do estilo esportivo da NMax. Seus pneus são largos, não dão a impressão de bicicleta. Torque e retomadas muito boas, transmitem confiança, apesar do câmbio automático. Boa sensação de vivacidade. Furtos podem ocorrer, porém scooters até agora são bem pouco visados. Economizo uma grana preta com estacionamentos., paro em qualquer vaguinha na rua. Scooters em geral não deixam molhar os sapatos. Consegue-se andar com piso molhado depois da chuva sem ter que ficar vestindo e tirando capas de chuva e polainas, Em uma moto isso é impossível. Acreditem, isso faz muita diferença. Sem stress no trânsito; mantendo uma atitude responsável mesmo em corredores, consigo ter previsibilidade de tempo para chegar aos meus compromisso em meio ao trânsito. Nem sei usar waze. Usar um scooter pode parecer careta para quem tem moto (também tenho), mas é muito menos desgastante por não ter que cambiar nem apertar/soltar embreagem o tempo todo. Pode-se usar sapatos sociais, não estragam tendo que cambiar. Scooters como os de Yamaha e Honda devolvem seu investimento rapidamente a seus proprietários: não dão nenhuma dor de cabeça e se mantém novos por anos, se tiver cuidados mínimos e com baixíssimo custo de manutenção.

[Principais aspectos negativos] Não considero que são pontos negativos, são características do projeto. Um pouco de desconforto ao rodar por vias esburacadas. Porém o preço deste desconforto é mínimo se lembrar que rodamos em uma cidade como São Paulo, cheio de crateras e desníveis . As rodas pequenas e o trabalho das suspensões não podem fazer milagres. Se quiser conforto nas suspensões, aí não tem jeito, vai de Trail. Suspensão Traseira faz dar pequenos saltos em vias irregulares, nada comprometedor. Melhora muito com garupa. Meu peso é de 80kg. Minha Lead tinha um prático freio de mão, para poder soltar as mãos em uma parada em subida ou descida. Nenhuma outra tem mais este útil componente. Poderia vir com ganchinhos internos sob o banco para travar mais um ou dois capacetes. Para quem não gosta, a motoquinha me parece ajustada de maneira proposital para transmitir uma imagem mais esportiva, tanto em seu ruído quanto na vibração, que se fazem mais presentes. O câmbio CVT também tem um ajuste muito arisco, a NMax salta à frente à menor acelerada. Pintura riscou com alguma facilidade.

[Defeitos apresentados] Nenhum defeito.

[Concessionárias] Estou em São Paulo e não percebo dificuldades na manutenção básica das Yamaha (nunca me deram defeitos).
Sou bem atendido pela Red Baron (mestre Shiodi).

[Comentários adicionais] A NMax é um produto muito bem feito, que chegou rapidamente ao Brasil, portanto é muito atualizada com o que de melhor existe lá fora. Recomendo sem medo de errar. Scooter pra muito tempo, que traz muita racionalidade, praticidade, além de muita alegria e diversão. O que mais se pode querer?

[Best Cars] Melhor consulta de opiniões de proprietários da web. Como exige renavam e placas do veículo, é difícil de ver aquelas torcidinhas por marca A ou B, comentários toscos de quem nunca teve ou usou determinado veículo. Opinião com credibilidade.

[Data de publicação] 30/6/17

 

 

[Nome] Antonio H. M. Jesus
[Cidade] Jequié
[Estado] BA

[Motor] 155
[Ano-modelo] 2016
[Quilometragem atual] 5.000 km
[Combustível] Gasolina
[Tempo há que possui] Até 1 ano

[Grau de satisfação com a moto] Muito satisfeito(a)
[Grau de satisfação com a rede de concessionárias] Parcialmente satisfeito(a)

[Estilo] 4
[Acabamento] 4
[Posição de pilotar] 5
[Instrumentos] 5
[Conforto] 4
[Motor] 4
[Desempenho] 4
[Consumo] 3
[Câmbio] 5
[Freios] 5
[Suspensão] 4
[Estabilidade] 4
[Custo-benefício] 4

[Principais aspectos positivos] A scooter automática da Yamaha com ABS dianteiro e traseiro, aqui no interior da Bahia dominado por motos da hegemônica marca, se destaca pelo design, esmero no acabamento e agilidade no trânsito. Cumpre além da missão de levar do ponto A ao B, o faz proporcionando prazer, com algumas ressalvas. A posição de pilotagem e o assento são confortáveis. O motor responde sem atrasos ao comando do acelerador, porém cobra na mesma proporção em consumo. Não sei se o consumo da minha irá melhorar, está com aproximadamente 2.900km e fazendo por volta de 32km/l. Tem motor 190cm³ da concorrente fazendo, segundo proprietário amigo meu, 38km/l. Pra mim o consumo pelo desempenho é bom, mas fico com expectativa de melhora tendo em vista o dito consumo da concorrente.
O tanque de combustível é acessível no espaço entre as pernas, não haveria necessidade de descer da moto não fosse obrigatoriedade legal. A reserva possui 1,5l aproximadamente, já rodei com segurança 35km na reserva, talvez conseguisse rodar ao menos mais dez. A scooter possui cavalete central. O baú possui bom volume e é bem dimensionado. Os faróis iluminam bem e são bem desenhados. Os pneus proporcionam boa estabilidade/maneabilidade à moto. Ha um porta-trecos externo que poderia ter tampa, como um porta-luvas, se disso não resultassem barulhos indesejáveis.

[Principais aspectos negativos] Como era de se esperar em razão do aro das scooters, salta um pouco se a pressão dos pneus for calibrada conforme recomendado pelo fabricante. Não sei se o que noto influencia no consumo, com a palavra os engenheiros de plantão ou da Yamaha, é que o freio motor da moto é muito forte. O CVT e freio motor do sentra, embora não seja um primor em consumo, deixa as rodas mais livres, ao passo que o conjunto freio-motor e câmbio da N-Max não permite que a moto embale nos declives ou gire livremente no plano, é dizer, é possível descer ladeiras mais íngremes e fazer curvas sem necessidade de utilizar manetes de freios , assim como, se estiver embalado no plano perde-se rapidamente a velocidade. Só associo isto ao freio-motor.

[Defeitos apresentados] Não sei se característica da moto ou defeito, na concessionária disseram que é normal o fato do assento não ficar firme na trava do baú. A bolha risca facilmente.

[Concessionárias] A Yamaha poderia estimular mais as vendas, o produto é bom e se vende, problema são gerentes e vendedores da concessionária local. Levei mais de um mês pra fechar negócio, tendo a certeza de que eu queria a moto, pois queriam ágio no pagamento à vista, em tempos de oferta maior do que a demanda. Só não perderam cliente para concorrência porque também nelas a prática do ágio foi utilizada. Com perseverança, consegui pagar o preço sugerido no site da Yamaha e chegou com vinte dias. Um amigo que comprou antes de mim na concessionária da marca hegemônica aguardou mais de noventa dias pelo produto concorrente direto. Pós venda é bem o que o camarada de Brasília comentou. Evidenciam um amadorismo, embora o tratamento tenha sido muito cortez. Sem mimos. Falta de cuidado, avisei que o manual estava no porta-trecos, não encontraram e deixaram molhar ao lavar a moto.

[Best Cars] BCWS, realmente o melhor. Seção teste do leitor, parada obrigatória para entusiastas e pretensos compradores.

[Data de publicação] 10/3/17

 

[Nome] Bruno Xavier
[Cidade] Brasilia
[Estado] DF

[Motor] 160
[Ano-modelo] 2016
[Quilometragem atual] 1.000 km
[Combustível] Gasolina
[Tempo há que possui] Até 1 ano

[Grau de satisfação com a moto] Muito satisfeito(a)
[Grau de satisfação com a rede de concessionárias] Parcialmente satisfeito(a)

[Estilo] 5
[Acabamento] 5
[Posição de pilotar] 5
[Instrumentos] 5
[Conforto] 4
[Motor] 5
[Desempenho] 5
[Consumo] 5
[Câmbio] 5
[Freios] 5
[Suspensão] 3
[Estabilidade] 5
[Custo-benefício] 3

[Principais aspectos positivos] Comprei a moto em grande parte motivado pelo design e apelo esportivo. Sempre tive motos maiores e confesso uma certa resistência (preconceito bobo) em adotar a scooter como meu principal meio de locomoção. Não me arrependo. Esta moto em particular é extremamente ágil no trânsito e não te deixa tenso como em motos maiores. Freia muito bem (mérito do ABS nas duas rodas e baixo peso), protege do vento e possui um excelente bagageiro. No sinal arranca na frente de todas as YBR e CGs. Vejo a galera esticando pra chegar. Só perde de final mesmo. Mas como trânsito é arranca e para, ela atende muito bem o propósito. Seus pneus largos proporcionam excelente aderência em curvas (cuidado pra não raspar o joelho no chão!rs). A posição de pilotar é confortável para uma pessoa de estatura média (1,75m no meu caso). O nível de ruído é super baixo. O intervalo e preço das manutenções é OK (um pouco acima da Honda PCX). Em termos de consumo tem feito 38Km/L. Apesar de todos os pontos positivos, o design foi o principal fator que me fez optar pela Nmax. A PCX me lembra a moto do Jaspion e o acabamento do guidão parece ter sido copiado de uma Barra Circular (sim, a bicicleta).

[Principais aspectos negativos] Suspensão! Acredito que seja um problema de toda scooter. Se você tem algum problema de coluna e as ruas da sua cidade não são da melhor qualidade, muito cuidado. Existe também uma escassez de acessórios quando comparada à PCX. Sinto falta de uma bolha mais alta.

[Defeitos apresentados] Sim. Logo após a revisão houve um vazamento de óleo na junta do cabeçote. A garantia foi acionada.

[Concessionárias] Medíocres. A Yamaha merecia muito mais em Brasília. Na região mais nobre da cidade possuem apenas uma concessionária de fundos, pequena, com um showroom completamente desorganizado. A área de manutenção atende somente uma moto por vez (1 box com 1 elevador). São atenciosos, mas não esperava uma estrutura dessas nem da Shineray. Comprei por whatsapp, sem ver a moto, só porque os reviews foram muito bons. Se dependesse do apelo de vendas da Saga Yamaha, não tinha levado nem um chaveiro.

[Best Cars] Acompanho desde menino (mais de 10 anos)! Costumava ler todos os artigos do consultório de preparação. Sonhava com aquilo! Já não era hora de dar a minha colaboração. Excelente trabalho! Está na minha aba dos favoritos.

[Data de publicação] 16/12/16