15ª. Eleição dos Melhores Carros: o voto da equipe

 

  • Hatch Pequeno – Classe 1

Volkswagen Gol (novo) – Embora um tanto caro, oferece o melhor conjunto da classe: estilo atual, interior bem projetado, motor 1,6-litro com ótimo torque, suspensão bem acertada.

  • Hatch Pequeno – Classe 2

Citroën C3 (novo) – Uma remodelação bem feita em um carro que sempre foi agradável. Ótimo motor 1,6, alto conteúdo de conforto e segurança, condução confortável, opção de caixa automática.

  • Hatch Pequeno – Classe 3

Citroën DS3 – Mesmo que o fator preço seja menos considerado nesse segmento, o que o DS3 entrega pelo que custa é irresistível. Diversão garantida ao preço do Mini mais simples.

  • Sedã Pequeno

Fiat Grand Siena – Boa combinação de desenho equilibrado, interior e porta-malas espaçosos e mecânica bem elaborada. Em relação ao novo Fiesta, tem vantagens como câmbio automatizado e mais espaço.

  • Hatch Médio

Peugeot 308 – Disputa bem com o Focus na associação de desempenho, conforto, projeto atual e relação custo-benefício. Leva a melhor em itens de conveniência e segurança.

  • Hatch Médio de Luxo

BMW Série 1 – Apesar de ter perdido esportividade no comportamento dinâmico e ter adotado uma frente estranha, ganhou muito em desempenho na versão de maior volume, a 118i. Vence os concorrentes que estão, em geral, defasados.

  • Sedã Médio

Volkswagen Jetta – Entre muitas boas opções, escolho o Jetta pela versão TSI, uma feliz associação de desempenho elevado, câmbio automatizado excelente, suspensão irrepreensível e preço condizente.

  • Sedã Médio de Luxo

BMW Série 3 – Redesenhado, acertou em cheio quanto a estilo, comportamento e prazer em dirigir. Se o 328i perdeu os seis cilindros, ganhou um eficiente motor turbo e ficou ainda melhor.

  • Sedã Grande

Volkswagen Passat – Não é o mais potente, o mais barato ou o mais arrojado em linhas, mas combina os elementos certos — como conforto e comportamento — a um preço que não assusta.

  • Sedã Grande de Luxo

BMW Série 5 – Apesar da relação custo-benefício imbatível do Passat CC, vou de BMW este ano. Um grande alemão que representa 40 anos de evolução da série, sempre com um mesmo foco: dar prazer ao motorista.

  • Sedã de Alto Luxo

Audi A8 – Falta-me experiência ao volante desses vários carrões, mas o “senhor dos anéis” oferece os melhores predicados com um estilo sóbrio, sem excessos e de muito bom gosto.

  • Utilitário Esporte – Classe 1

Ford EcoSport – Digno de elogios o trabalho da Ford no modelo, que se tornou bem superior em refinamento e ganhou um bonito desenho. O câmbio de dupla embreagem lançado depois o deixaria ainda melhor.

  • Utilitário Esporte – Classe 2

Dodge Journey – Muito espaço, um potente motor V6 e bom conteúdo de conforto a um preço compatível com o de concorrentes mais simples e de quatro cilindros.

  • Utilitário Esporte – Classe 3

Range Rover Evoque – Uma carroceria arrojada e muito atraente “veste” um carro bem-acabado, bom de andar e com um ótimo motor turbo. Lamento o preço, um tanto salgado.

  • Utilitário Esporte – Classe 4

Porsche Cayenne – Vale o quanto custa? Talvez não, mas os benefícios são impressionantes em luxo, desempenho e segurança. Um veículo que desafia as leis da Física ao se comportar como esportivo apesar de sua altura e seu peso.

 

 

  • Picape Pequena

Volkswagen Saveiro – Única da categoria com projeto deste milênio desde a plataforma. A defasagem da concorrência, por si só, explica a escolha.

  • Picape Média/Grande

Ford Ranger – Depois de 18 anos, enfim passou por uma reforma completa que a deixou moderna, com motores eficientes e segurança dos nossos dias. O estilo é outro ponto alto.

  • Minivan Compacta

Peugeot 3008 – Pela carroceria, as Citroëns seriam minhas escolhidas. Mas o motor THP e a caixa de seis marchas da Peugeot falam alto e me convencem a votar na 3008 apesar do estilo controverso.

  • Carro Esporte – Classe 1

Mini Coupe e Roadster – Certamente não são os melhores que o dinheiro pode comprar, mas por seu preço oferecem diversão em altas doses e o prazer de acelerar, fazer curvas e frear como se o carro fosse a extensão de nosso corpo.

  • Carro Esporte – Classe 2

Audi R8 – Isso foi em 2006, mas a Audi ainda merece parabéns pelo resultado obtido com seu “anti-911”, que tem o motor no lugar certo, acabamento impecável e um desenho que ainda causaria sensação se o conhecêssemos hoje.

  • Carro Esporte – Classe 3

Lamborghini Aventador – Os “Lambos” sempre me agradaram mais que os Ferraris. Não é diferente hoje com o LP-700, um digno herdeiro da tradição que vem desde o Miura dos anos 60.

  • Carro Fora de Linha – Décadas de 1950 e 1960

Willys Interlagos – Vale a homenagem à bravura dos homens que nos trouxeram o Alpine francês recorrendo a uma carroceria de plástico e fibra, o motor do Dauphine “envenenado” e muita vontade de oferecer um esportivo já no começo de nossa indústria. Tinha até versão conversível.

  • Carro Fora de Linha – Década de 1970

Ford Galaxie, LTD e Landau – De criança me lembro da sensação de imponência, conforto e solidez desses grandes — literalmente — carros. Eram os reis de uma época em que o custo do combustível começou a liquidar os V8.

  • Carro Fora de Linha – Década de 1980

Volkswagen Santana – Este ano voto em um dos melhores nacionais do período, que rivalizava com o Monza na linha dos médios modernos. E foi, por semanas, nosso primeiro sedã com injeção.

  • Carro Fora de Linha – Década de 1990

Audi A3 – Não é segredo minha admiração pelo Omega nacional, mas quero prestigiar outro carro que nos trouxe tecnologia, desempenho e qualidade em doses generosas.

  • Carro Fora de Linha – Década de 2000

Honda Civic (2ª. e 3ª. gerações) – Esqueçam a segunda, que era desprezível. O Civic tornou-se um grande carro na terceira, a de 2006, e ainda mais quando estreou o Si no ano seguinte. O ronco do motor a 8.000 rpm nas acelerações dentro de túneis permanece em minha memória.

  • O Carro dos Meus Sonhos

Dodge Viper – Há 20 anos, a “víbora” original me fascinava com suas formas intimidadoras e seu motor V10. Saber que a Fiat-Chrysler conseguiu trazê-lo de volta nesses tempos de consciência ambiental, sem perder sua essência, é razão suficiente para que seja meu eleito este ano.

Mais votos da equipe

 

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