Salão: Hyundai HB20X e os novos I30 e Santa Fe

 

O estande da Hyundai traz uma importante novidade em um dos mais importantes segmentos do mercado, o dos hatches médios: o novo i30. Se a primeira geração causou impacto no mercado, na segunda o desenho é totalmente coerente com a identidade da marca. O carro cresceu um pouco e ficou mais baixo, ficando mais esportivo. Bem equipado, conta com ar-condicionado de duas zonas e teto solar panorâmico. Pena ter havido perda acentuada de potência: o motor passa de 2,0 litros a gasolina para 1,6 litro flexível, o que implica queda de 145 cv para 122 (gasolina) ou 128 cv (álcool). O torque é de 16,5 m.kgf com qualquer dos combustíveis.

 

 

 

O HB20 mal foi lançado e já tem um derivado: o HB20X, que segue a linha “aventureira”, assim como o CrossFox, que será seu concorrente mais direto quando chegar ao mercado, no ano que vem. Assim como no rival, a suspensão é mais elevada. O HB20X se diferencia do carro que lhe deu origem por novos para-choques, faróis com máscara negra, barras no teto e adesivos. Será disponível apenas na versão de 1,6 litro, com 128 cv (álcool) e opções de câmbio manual e automático.

 

 

O Santa Fe aparece em sua nova geração, a terceira, no Salão. No exterior o carro tem versões de cinco e sete lugares. Por aqui, por enquanto foi mostrada a de sete, de maior distância entre eixos para abrigar a terceira fileira de bancos. O motor é um V6 de 3,3 litros com 270 cv e 32,4 m.kgf; a caixa automática tem seis marchas. A carroceria segue o padrão da marca, conhecido como “escultura fluida”, e com maior uso de aço de alta resistência conseguiu melhorar a segurança passiva e a resistência à torção, ao mesmo tempo em que diminuiu o peso. As rodas são de 19 pol.

O utilitário Tucson e o sedã Elantra agora contam com motores com tecnologia flexível. O Elantra passa a contar com uma unidade de 2,0 litros (antes, 1,8), com 165 cv quando rodando com gasolina e 174 cv com álcool, com torques respectivos de 20 e 21,5 m.kgf. As opções de câmbio são manual e automática, ambas com seis marchas.  Já o Tucson passa a ter 142 cv com gasolina e 146 cv com álcool, com torques de 19 e 19,7 m.kgf (na ordem), e mantém o câmbio manual de cinco ou automático de quatro.

 

Texto: José Geraldo Fonseca – Fotos: Fabrício Samahá e Kleber Nogueira