Há 30 anos nascia o Acura NSX, o Ferrari dos japoneses

 

A Acura celebra os 30 anos da apresentação do supercarro NSX, então como conceito, no Salão de Chicago em fevereiro de 1989. O “Ferrari japonês”, como foi chamado pela imprensa, entrou em produção em 1991 com motor V6 central-traseiro de 3,0 litros e 273 cv, que usava o então novo comando de válvulas variável VTEC. Alguns mercados o receberam como Honda NSX (leia história).

 

 

O esportivo inovou com o primeiro monobloco todo de alumínio em carro de produção e com bielas de titânio no motor. Nosso Ayrton Senna participou do desenvolvimento, opinando que a rigidez do chassi deveria ser maior. A sugestão foi acatada e o fabricante a aumentou em 50%. Nos anos seguintes o NSX ganhou versão targa com painéis de teto removíveis, motor de 3,2 litros com 294 cv e, apenas no Japão, as variações Type S, Type S Zero e NSX-R com peso reduzido. Foi fabricado até 2005.

 

 

Um novo NSX aparecia em 2016, dessa vez com motor V6 de 3,5 litros com dois turbos (500 cv e torque de 56,1 m.kgf) associado a dois motores elétricos. O conjunto obtém 573 cv na condição combinada para alcançar velocidade máxima de 307 km/h. O carro usa um monocoque com alumínio e aço de alta resistência, tem freios a disco de carbono-cerâmica e tração integral, obtida com a atuação dos motores elétricos com diferentes potências nas curvas.

Os dois modelos aparecem juntos nas fotos e no vídeo oficial.

 

Texto da equipe – Fotos e vídeo: divulgação