Bentley Flying Spur: nova fase para o sedã superluxuoso

 

Um dos sedãs mais sofisticados do mundo chega à terceira geração: o Bentley Flying Spur, que abandona o prefixo Continental usado até então. Derivado da mesma plataforma do cupê Continental GT, o quatro-portas usa alumínio e compósito na estrutura e adota mais vincos na carroceria. Os faróis próximos à grade agora são bem maiores que os externos (veja o anterior) e as rodas chegam a 22 pol.

 

 

O sedã recebe tecnologias como sistema elétrico de 48 volts, suspensão ativa com molas pneumáticas, controle eletrônico para esterçar as rodas traseiras e assistente para tráfego lento, que cuida de aceleração, frenagem e direção. O quadro de instrumentos é uma tela de 12,3 pol e outra do mesmo tamanho serve à central de áudio, sendo retraída quando fora de uso. O sistema de som Naim tem 2.200 watts e 19 alto-falantes.

 

 

O motor de 12 cilindros em “W” e 6,0 litros com dois turbos, único disponível no lançamento (o anterior ofereceu também um V8), foi revisto. Com os mesmos 635 cv e torque de 91,8 m.kgf (mais 8,2 m.kgf que na antiga versão W12 S), o Flying Spur acelera de 0 a 100 km/h em 3,8 segundos (redução de 0,7 s) e alcança 333 km/h (aumento de 8 km/h). A transmissão automática dá lugar, como no GT, à automatizada de dupla embreagem com oito marchas. A tração continua integral, mas agora aciona só as rodas traseiras em boas condições de aderência para menor consumo.

 

Texto da equipe – Fotos: divulgação