Os carros que encontraram vida após a morte, parte 2

Fiat 131

 

Outro Fiat com sobrevida foi o sedã 131. Na Itália durou de 1974 a 1984 (no destaque), mas a Tofas o fez na Turquia de 1976 a 2002 usando os nomes Sahin, Dogan (foto maior) e Kartal. Acabou? Não: ainda foi feito no Egito até 2009 e na Etiópia até 2010.

 

Vauxhall VX

 

Comparado ao Ambassador, até que este modelo da indiana Hindustan durou pouco: o Contessa (foto maior) foi fabricado entre 1984 e 2002. Só que o carro original, o Vauxhall VX inglês (no destaque), já não existia quando ele nasceu: foi de 1976 a 1978.

 

 

Suzuki Jimny

 

O Jimny feito no Brasil tem 20 anos na mesma geração. Parece muito? Conheça então o Maruti Gypsy: até hoje os indianos fabricam o Jimny da geração SJ40, produzida de 1981 a 1998 pelos japoneses. Robusto, barato e muito valente no fora de estrada, continua bem aceito pelo público e por forças militares no país.

 

VW Santana

 

O Volkswagen Santana teve vida bem mais longa aqui que na Alemanha: lá foi de 1981 a 1988 (no destaque), e no Brasil, de 1984 a 2006, incluindo uma ampla reforma de estilo. Nosso modelo foi seguido pelos chineses, que o atualizaram mais um pouco para durar até 2012 como Santana Vista (foto maior). O país asiático ainda manteve o original alemão até 2007 como Santana Classic.

 

 

VW Jetta

 

O Santana não foi o único Volkswagen a ganhar sobrevida em terras chinesas. O segundo Jetta (no destaque) esteve na Alemanha entre 1984 e 1992. A FAW-VW começou a fazê-lo na China em 1991, criou as variações King e Pioneer e encontrou mercado para ele até 2013 (foto maior).

 

Peugeot 206

 

Outro Peugeot com vida após a morte foi o 206. Ele esteve entre os franceses de 1998 (no destaque) a 2013, incluindo a fase 206 Plus, que no Brasil se chamava 207 e ficou por mais um ano. Depois continuou na Argentina até 2016 e ainda está em linha no Irã, pela Iran Khodro (foto maior), com a mesma carinha de 20 anos atrás.

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