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Os
outros pilotos estão começando a perder as esperanças. O bicampeonato dos
franceses Sebastien Loeb e Citroën parece cada vez mais certo. O conjunto,
que tem se mostrado quase perfeito, acaba de estabelecer um novo recorde
de cinco vitórias consecutivas no WRC, o Mundial de Rali. Loeb venceu o
Rali da Grécia com mais de 1 min 36 s de vantagem sobre o 2º colocado,
Toni Gardemeister, da Ford, que obteve sua melhor colocação na categoria
até hoje.
Em 3º chegou Carlos Sainz, contratado pela Citroën para disputar os ralis
da Turquia e da Grécia no lugar de François Duval, que havia somado apenas
oito pontos nos primeiros seis ralis do ano. A missão de Sainz é somar o
máximo de pontos possíveis em busca da liderança da equipe no Mundial de
Construtores, objetivo alcançado com sucesso pelo veterano espanhol, junto
com Loeb. Deve-se dizer que tanto Gardemeister como Sainz — apesar do bom
trabalho de ambos — foram beneficiados por problemas nos carros de dois
importantes rivais: Marcus Gronholm e Petter Solberg.
Os dois pilotos tiveram problemas no eixo cardã de seus carros que
prejudicaram seus resultados, deixando as coisas "menos difíceis" para
Gardemeister e Sainz — já que não se pode dizer nunca que um rali do WRC
seja fácil, especialmente com tanto cascalho e poeira na pista. Gronholm,
que no primeiro dia de competição chegou a acreditar em vitória, ainda
teve tempo de consertar os problemas na transmissão de seu Peugeot 307 WRC
e consegui terminar o rali em 4º.
Solberg, entretanto, teve problemas na transmissão a uma das rodas de seu
Impreza WRC logo no primeiro dia de competição, na quinta especial
cronometrada. Terminou a sexta-feira em 14º, mais de três minutos atrás do
líder Loeb e sem maiores possibilidades de pódio. De fato acabou não
pontuando, o que tornou mais folgada a liderança de Loeb no campeonato.
Agora são 23 pontos que os separam, como veremos mais adiante.
Continua
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