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Das 70 voltas previstas, foram disputadas somente 40, e destas, apenas 6 com bandeira verde. Ou seja: a corrida foi praticamente inteira sob bandeira amarela e acabou quase ao anoitecer, quase sem público nas molhadas arquibancadas. Houve protestos das equipes, porque a direção da prova anunciou inicialmente que ela seria reduzida a 50 voltas. O número mínimo para que seu resultado fosse considerado oficial para o campeonato seria de 36 voltas (50% das voltas previstas inicialmente, mais uma). |
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Cristiano da Matta perdeu
posições com a redução repentina das voltas da prova, mas com o 8°.
lugar ainda se sagrou campeão da temporada |
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Algumas equipes então se programaram para fazer as 50 voltas, outras apostaram que a corrida terminaria nas 36 exigidas. Mas, como a janela de
pit-stops determinada para essa corrida era de 20 voltas, no final a direção de prova mudou novamente as regras. Para que todos fizessem pelo menos duas paradas, o número total de voltas foi reduzido a 41, o que pegou muitas equipes de surpresa e prejudicou seus pilotos. |
| Tony Kanaan, em 5º.,
foi o brasileiro melhor colocado no GP de Cart com a menor média
horária de todos os tempos: 89,8 km/h |
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Foi a primeira vitória do mexicano, um estreante na categoria, e a primeira também de sua equipe, a Herdez (ex-Bettenhausen Motorsports). Patrick Carpentier (da Forsythe) e Paul Tracy (Green) completaram o pódio. Kenny Brack foi o 4º. e Tony Kanaan em 5º., o brasileiro melhor colocado. Cristiano da Matta foi o 8º., Christian Fittipaldi o 11º., e Bruno Junqueira, o 14º. Com a quarta colocação de Brack e o ponto extra pelo maior número de voltas na liderança de Da Matta, a Toyota sagrou-se então campeã entre os construtores. |
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Bruno Junqueira
liderando: também |
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