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Menos Audi, mais Volkswagen O abandono
de elementos em comum com o A4 e o A6 |
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Alguém já disse que desenho feliz em automóvel é aquele que dura, não se
desatualiza e, muitas vezes, deixa o mercado ainda sem estar fora do
contexto. É o que parece ter acontecido com o Passat de quinta geração,
lançado em 1996: depois de oito anos continua um belo carro. mas como
tudo passa, chega o momento de conhecer o sexto Passat, a ser lançado em
março no Salão de Genebra.
O carro está visivelmente maior: 62 mm no comprimento (agora 4,77
metros), 74 mm na largura (1,82 m) e 10 mm na altura (1,47 m). O
entreeixos é só 6 mm mais longo (2,71 m), mas o porta-malas aumentou de
475 para 565 litros. A VW declara rigidez torcional 57% mais alta e
líder na categoria. Por dentro, além do espaço ainda maior, há quatro
versões e quatro tons de acabamento, com opção entre
alumínio e madeira, e muitos recursos de tecnologia. |
Há ainda telefone móvel com tecnologia Bluetooth e um poderoso sistema
de áudio, com 10 alto-falantes e nada menos que 600 watts. Acabou? Não. Faltam
a tomada de energia de 230 volts, que pode recarregar um computador, e
os faróis altos e baixos de xenônio
com efeito direcional. O controle de
estabilidade, de série, percebe se um reboque está desestabilizado e
toma medidas para corrigir sua trajetória. Conforme o motor, podem ser usados o câmbio automático Tiptronic ou o manual automatizado DSG, ambos de seis marchas. Tração integral será oferecida mais adiante e, dado o motor transversal, deverá ser o sistema sob demanda da linha Golf/S3/TT, em vez do diferencial central Torsen dos Audis maiores. A suspensão traseira evoluiu para um sistema multibraço, mas a dianteira retrocedeu para o conceito McPherson, só que com componentes de alumínio. |
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