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Apresentação

O Vectra que não teremos

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A Opel apresenta sua terceira geração, com mais
espaço e segurança, mas a Chevrolet não o fará aqui

Texto: Fabrício Samahá - Fotos: divulgação
Uma das ausências mais sentidas do recente Salão de Frankfurt (leia cobertura), o Opel Vectra de terceira geração já não é mais segredo. A marca divulgou as primeiras fotos das versões de quatro portas, cuja produção começa em janeiro em Rüsselsheim, Alemanha, e hatchback de cinco portas, a ser feita em Ellesmere Port, Inglaterra. O lançamento oficial, porém, ocorre apenas no evento de Genebra, Suíça, em março.



Como quase todo novo automóvel, o Vectra cresceu. A distância entre eixos passou de 2,64 para 2,69 metros, não tão ampla quanto a de alguns concorrentes, como o Renault Laguna. As bitolas são mais largas, mas o coeficiente aerodinâmico não evoluiu: permanece em 0,28.

O estilo corresponde às imagens trabalhadas que a imprensa mundial vinha divulgando: linhas mais retas e robustas, grandes faróis em forma de trapézio, grade ampla com uma barra cromada. Portas, colunas e arcos dos pára-lamas remetem facilmente ao Astra Sedan, e desaparecem as terceiras janelas laterais, após as portas traseiras, uma tendência na Opel.

Os motores iniciais serão de 1,8 e 2,2 litros a gasolina, 16-válvulas, com potências de 125 e 147 cv, e de 2,0 e 2,2 litros turbodiesel, com 100 e 125 cv. O V6 de 2,6 litros virá mais tarde. Alguns motores poderão vir com transmissão automática seqüencial de cinco marchas. As suspensões conservam o conceitual atual -- McPherson à frente, multibraço atrás -- mas ganham elementos de alumínio; a direção tem assistência eletroidráulica, como no Astra, e nova programação eletrônica.

Quanto à segurança, seis bolsas infláveis são de série em todo novo Vectra, assim como encostos de cabeça ativos, que se movem para proteger a coluna cervical em caso de colisão. Evoluiu também o controle de estabilidade, que o Vectra brasileiro ainda não tem.

Por falar em versão nacional, desista de entrar na lista de espera: a General Motors não deve produzir aqui ou mesmo importar o novo Vectra, em função de preço. Espera-se que a segunda geração -- a que temos desde 1996 -- seja reestilizada, para permanecer no mercado por mais alguns anos. Assim como Volkswagen, Ford e Fiat, a GM parece ter desistido de fabricar no Brasil seus novos carros médio-grandes.

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